Chegamos na pressa de quem quer mergulhar o verão que procuramos nas planícies de cearas colhidas e nas árvores sedentas de torrentes de água doce, para que lhes entre e perfure aqueles troncos respaldados de futura cortiça que silencia as casas. As outras, não as nossas.
A casa árabe ergue-se na cor mais pura e na manutenção do amparo, de quem reconstrói para que a corda não se rompa e o passado não se esqueça. Se um dia serviu de guarda aos utensílios agrícolas, hoje serve de guarda a quem chega, para não ficar perdido nesta aldeia quase vazia de gente.
Soube a pouco, não soube? Há mais palavras para degustar e um acesso direto a este lugar.
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Prometo que não engorda.
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