“
Talvez um dia volte a encontrar
as palavras que deixei perdidas
na memória de um verso. Talvez.
Mas não é para o meu lado que o vento empurra as nuvens
hoje, neste estranho entardecer.
Nem são meus os versos que agora encontro
a iluminar-me o caminho.
Em toda a parte vive o desencontro
e a poesia brota de onde não mais se espera!
”
Poema “talvez um dia”, de Luís Filipe Castro Mendes
As palavras nem sempre nos falam na língua que dominamos. Brotam de um português enviesado, de um espanhol dançado ou de um italiano embrulhado na melhor massa que alguma vez provamos.
Se o vento sopra, o discurso clareia, mas outras vezes, baralha. Que nos despenteie, nos agite. Somos de copas, espada em riste, cavalo de pau e coração de ouro. Somos poesia.
Luís Filipe Castro Mendes é poeta premiado com mais de uma dezena de coleções encadernadas. É ficcionista nas histórias e diplomata português nas realidades.
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