A terra quente do Alentejo entrançado em tapetes fez-se famosa, nas ruas estreitas sem lugar a carros, na dedicação que expomos em paredes não exageradas ou que amaciamos os pés descalços. Estará no entrar e no estar de qualquer casa que admire o belo.
Foi esta a vila que me casou pelo fruto laranja fogoso que prometia nas suas varandas aquecidas e nas infinitas ondas de ouro que a veneram com tradição. Aqui o ar não arrefece e é assim que queremos a vida. Servida a quente e vivida na queima do querer. Até queimar. Até desaparecer.
É na paixão que nascem os lugares mais bonitos.
E este lugar que vos quero falar e que se implantou na minha vila alentejana preferida, tem uma paixão ferrenha por lusitanos. Os cavalos.
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Prometo que não engorda.
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