Somos recebidos pelos braços da Ana que se estendem não mais que a sua altura que parece baixa, mas é grande na sua história e no carinho de finalmente nos receber. A sala está aquecida e vazia de pessoas, para além de nós. Sou inundada de cores e a minha cabeça não para de rodar.
São os pontos de luz mesmo quando parece cinzento lá fora, são os vidros que mostram a transparência de quem aqui fez morada e são os padrões que vestem as cadeiras alinhadas com os sofás e empreitadas com quadros belíssimos.
Uma arte nova. Um gosto antigo. Uma história de família que, na coragem de apresentar-me ao desafio de uma escrita de posteridade, pergunto.
Será que é menos um acaso? Não preciso de rezar para saber que sim.
Soube a pouco, não soube? Há mais palavras para degustar e um acesso direto a este lugar.
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Prometo que não engorda.
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